a história de Luke, no outro lado do mundo!

Todos sabemos que o linfedema ainda não é uma doença muito conhecida, que não está ainda estudada em profundidade e que a cura ainda não foi descoberta.
Quem sofre de linfedema sabe, também, que tem de ter no seu orçamento uma percentagem significativa dedicada às necessidades da sua doença. Os materiais de compressão, por exemplo,  são indispensáveis para cada um de nós, evitando que a doença evolua, que o edema se instale e que as infecções apareçam. Mas, para que os materiais de compressão mantenham a sua eficácia têm de ser substituídos com regularidade (o video que retrata a história que hoje aqui trago refere, no exemplo do seu protagonista, que estas substituições têm de ocorrer em cada 3 ou 4 meses)... ...
A Austrália, um país que me parece bastante organizado, no que concerne a esta patologia, sente que há muito para fazer e vai desenvolvendo esforços para tornar a doença conhecia, para apoiar a investigação e para encontrar apoios para os seus doentes. A história do australiano Luke Smythe, uma das 6000 crianças que nascem anualmente com linfedema, é um exemplo desse esforço.
No vídeo que aqui se inclui, pode-se sentir a forma como o linfedema está a ser encarado pelos nossos antípodas. E, dos vários aspetos que ali são focados, destaco o enquadramento dado pela Dra Helen Mackie, da Australasian Lymphology Association, e o depoimento de Peter Smythe, pai do Luke.





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Manuela (L de linfa)