A fisioterapia aquática no tratamento do linfedema pós-mastectomia

O trabalho de Adriana Paula Fontana Carvalho (1) e Elbens Marcos Minoroli de Azevedo (2)  data de 2007  e embora seja claro ao concluir  que seria importante um estudo mais amplo, com a observação de um maior número de casos pode-se ler no seu resumo o seguinte: 

"O tratamento cirúrgico para o câncer de mama é descrito desde 1894 até a atualidade, como um dos mais eficazes, sendo o linfedema de braço uma das mais freqüentes complicações crônicas.
Esta complicação, hoje em dia, é abordada através da fisioterapia em diversos aspectos e com resultados crescentes na melhora da sintomatologia geral, que envolve sintomas físico-funcionais e emocionais. Com o conhecimento dos efeitos fisiológicos benéficos que o tratamento utilizando a fisioterapia aquática oferece, seria de grande valia verificar a aplicabilidade destes efeitos no linfedema de braço, pós-mastectomia, em relação à fisioterapia em solo, considerada como a convencional. Esta técnica fundamenta-se nos conceitos e efeitos causados pela pressão hidrostática, que a água exerce sobre os tecidos e corpos imersos, que é diretamente proporcional à profundidade e a densidade do fluido, e opõe-se a tendência dos líquidos em acumular-se nas extremidades, promovendo a redução de edemas. Com a experiência no emprego da fisioterapia aquática para o tratamento de linfedema de braço, pós-mastectomia, realizada em nosso serviço, observamos que esta é uma alternativa interessante, haja vista propiciar amplos benefícios quando comparada a fisioterapia convencional"
todo o artigo aqui



(1)  Programa de Pós-graduação de Mestrado em Medicina e Ciências da Saúde Universidade Estadual de Londrina – UEL/ Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do Curso de Fisioterapia
(1) Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)

(2) Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Setor de Oncologia Ginecológica e Mastologia
(2) Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Um olhar para os educadores e professores










Saiu, neste mês de agosto, duas recomendações para os portadores de doenças incapacitantes:

A Resolução da Assembleia da República 172/2016, de 4 de agosto recomenda ao governo um olhar para os docentes portadores de doenças incapacitantes permitindo redução da componente letiva do horário de trabalho ou o desempenhar atividades não docentes, tendo como base o parecer das juntas médicas, independentemente de os docentes terem recorrido à mobilidade por doença.
A Resolução da Assembleia da República 173/2016, de 4 de agosto, propõe a alteração dos mecanismos de mobilidade de doença e a conversão da componente letiva em não letiva sem agravamento do horário dos educadores de infância e professores dos ensinos básicos e secundário

fonte: a imagem utilizada está aqui

Projeto almofadas do coração | Heart Pillow Project

foto daqui
Hoje chegou-me ao conhecimento, através da Fisioterapeuta Laura Xavier, a reportagem que saiu no rostos.pt, onde é dado a conhecer a distribuição de almofadas que foram desenhadas para apoiar o braço após intervenção cirúrgica e que têm o objetivo de aliviar a dor pós cirúrgica.

Lê-se naquela reportagem que as primeiras almofadas, que são em forma de coração, foram distribuídas pela Associação de Mulheres com Patologia Mamária e agora chegou a vez de ser feito pelo Hospital do Barreiro.

O "Hearth Pillow Project" (Projecto Almofadas do Coração), que tem origem desconhecida, teve a sua expansão quando uma enfermeira de oncologia, Janet Kramer-Mai, do  Erlanger Medical Center in Chattanooga, Tenn., passou pela experiência de cancro de mama, no ano de 2001.