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a linfa está online - Exercício Físico

Teve início hoje mais uma actividade da andLINFA|Associação Portuguesa de Doentes Linfáticos em parceria com a ESDRM|Escola Superior de Desporto de Rio Maio.

Semanalmente a ESDRM vai estar on line para ajudar que todos os doentes de linfedema  (primário/secundário) e lipedema a mexerem a sua linfa.

Estas aulas, on line, tem a orientação da Fisiologista do Desporto Joana Freitas da sua equipa.

As aulas decorrem na plataforma zoom. As inscrições são feitas semanalmente e o link será enviado para quem se inscreveu.

Inscreva-se, semanalmente, aqui (só após inscrição receberá o link de acesso)

 

Leiria acordou desafiante

 


Este sábado Leiria acordou desafiante para os doentes com linfedema ou com lipedema! 

A andLINFA|Associação Nacional de Doente Linfáticos, com a colaboração da ESDRM|Escola Superior de Desporto de Rio Maior e em parceria com o Phive Leiria Health Club está a organizar um programa que envolve o exercicio fisico na psicina e que inclui, inclusivamente, hidrobyke.

Esteja atento inscreva-se aqui


Tripudio Movement Systems - Não perca uma palestra com Karen Forrester-Jones

Durante esta época de confinamento que nos foi imposto com mais severidade o meu linfedema teve um aumento significativo. Num dos dias em que estava a desesperar deparei-me com Karen Forrester que, desde Londres, tinha optado por, também ela, por redescobrir como chegar aos alunos e dar as suas aulas através do zoom. Os seus alunos mantiveram-se sempre no activo a partir de casa sendo estimulados  a desfrutar um estimulo importantíssimo para a sua saúde.

Claro que esta descoberta me levou a pequisar um pouco e a chegar ao site onde podemos ler que o Tripudio Movement System é dirigido ao movimentos do sistema linfático e sistema cardiovascular e usa os princípios   da MLD (Drenagem Linfática Manual) combinando-os  com técnicas que ajudam a  liberação da fáscia.

Durante a aula há uma combinaçõa de movimetos que podem ser efetuados em pé ou sentado e uma música que ajuda a fluir os movimentos (que são suaves mas que tem um resultado efectivo)

O Tripudio visa também à reabilitação pós-cirúrgica, como cancro de mama ou da próstata. Tem reflexo nas doenças crónicas, na dor crónicas e ajuda no equilíbrio.

Quando iniciei a experiência com a Karen Forrester foi com uma certeza que o meu sistema linfático e o meu linfedema primário iria decerto ter uma ajuda na acumulação da linfa, na sua movimentação, tanto mais que já tinha testado a técnica na Alemanha.

Estejam atentos ao que vai acontecer no dia 1 de junho, não percam a palestra 





  outros links:
Tripudio Movement Classes with Karen
Tripudio Movement System 

Programa de Exercício Físico já a começar em fevereiro

Se:
  • é mulher;
  • tem entre 25 e 65 anos;
  • mora na área de Lisboa;
  • teve cancro de mama;
  • já terminou os seus tratamentos;
  • gosta de fazer exercício físico, 
  • gosta de ter ao seu lado profissionais do Desporto que a orientam na melhor metodologia;
  • pode dispensar 2 horas por semana, durante 12 semanas;
  • quer contribuir, de forma voluntária e gratuita, para um estudo

então, tendo ou não linfedema, reúne todas as condições necessárias para, a partir de fevereiro do próximo ano, poder estar com dois fisiologistas do Desporto que a orientarão, gratuitamente, em aulas de Pilatos ou Nordic Walking.

Ao participar neste neste "Laço Forte" irá estar a participar num estudo que tem como principal objectivo validar um programa de exercício para mulheres diagnosticadas com cancro da mama, após tratamentos.

Este estudo da ESDRM|Escola Superior de Desporto de Rio Maior, tem a colaboração da Clininica das Conchas e da andLINFA|Associação Nacional de Doentes Linfáticos.

Mais detalhes contactem: programalacoforte@gmail.com 


Exercício Físico no linfedema pós cancro de mama


Não se trata de um video direccionado a doentes mas sim a profissionais. No entanto, julgo interessante postar aqui, tanto mais que sinto que cada um de nós gosta de saber um pouco mais sobre a nossa doença e a forma de a contornar. 
Se o seu foco está apenas no linfedema vs exercício físico pós cancro de mama sugiro que oiça com mais detalhe a partir do 44'41'', onde ouvirá Fisioterapeuta Sara Rosado dissertar especificamente sobre o tema. No entanto convido-o, apesar de ser um video para profissionais, a ouvir todo o video, desta palestra do I Congresso Internacional, on line, de Fisioterapia, que decorreu no passado mês de novembro.




Uma rotina que faz parte da higiene diária

O exercício físico faz parte da higiene diária. É neste enquadramento que a Fisiologista do Desporto Fátima Ramalho inicia este seu video, que partilhamos este seu com alegria.

Como doente de linfedema confesso que não estou apta a fazer todos eles mas sem dúvida que é estimulo, tanto mais que aprendi, com a prof Fátima Ramalho, que devemos sempre tentar e adaptar o exercício às nossas capacidades (não conseguimos fazer a totalidade fazemos até onde conseguimos. 

Vamos fazer a nossa higiene diária completa?

Eu vou tentar!

E, para já, vou-me inspirar no video J


O exercício perfeito para os meus dedos com linfedema!



Resolvi partilhar esse vídeo como mais uma ajuda para pessoas que, como eu, tem linfedema primário e sofre com o inchaço principalmente nos pés. No meu caso o linfedema concentra-se na parte baixa da perna e nos pés, em especial do lado direito. Com isso, fui obrigada a aumentar o número dos meus calçados porque não suportava mais a pressão nos dedos. Meus dedos incham bastante, ao ponto de algumas vezes ficar com pouca mobilidade. Sempre disse isso aos fisioterapeutas até que um dia apontaram-me esse exercício, que é perfeito para o meu problema. É um exercício simples, que pode ser feito em casa sem nenhum equipamento especial e que ajuda muito a drenar o edema dos dedos. A recomendação é que se faça de 2 a 4 séries de 15 repetições para obter algum resultado.

Fica essa dica para que tem os dedinhos inchados e espero que os ajude.


Cibelle Ignatti
Linfedema Primário


Viajar e Linfedema

Gosto bastante de viajar. Mas, para mim, não é tarefa fácil! 

Partilho convosco uma imagem que encontrei na internet que esquematiza  alguns dos exercícios que podemos ir fazendo enquanto estamos  a viajar e que nos ajudarão na circulação linfática


Terminou hoje a Primeira Edição do Walk and Talk

Na verdade o tempo voa... ainda foi "ontem" que falámos sobre o inicio do programa Walk and Talk (aqui) e esta manhã já aconteceu a última sessão antes das férias de verão. 

Sugiro que visionem o video abaixo para melhor apreender o  que se passou aos sábados de manhã J J



PNF - CHI | exercício físico de baixo impacto

A primeira vez que tive oportunidade de ouvir falar sobre PNF-CHI foi através do Fisoterapeuta Nuno Duarte, foi apenas referência a esta prática  possível nos Açores graças a dois colegas seus de fisioterapia. 

Esta passada semana, ao visitar a APAMCM|Associação Portuguesa de Apoo à Mulher com Cancro de Mama, apercebi-me que esta atividade também era ali praticada e não hesitei em desafiar a  Fisioterapeuta Cristina Alves a fazer um pequeno texto sobre esta exercício:


O exercício físico moderado e supervisionado por fisioterapeutas é parte integrante do tratamento do doente com linfedema.

O PNF-Chi é uma das formas de exercício em que o praticante não fica à mercê de forças externas,  as forças geradas e mantidas por si próprio durante o movimento de auto-resistência permitem-lhe evitar a dor, procurar atingir a maior resistência, equilíbrio, coordenação, controlo respiratório, flexibilidade e força. 

Assim respeitam-se as possibilidades de cada praticante, o que poderá, em alguns
Fisioterapeuta Cristina Alves
casos, não ser suficiente para atingir a diminuição do linfedema, sobretudo nos doentes muito débeis, mas também não põe em sobrecarga o paciente, correndo o risco de sofrer uma lesão. Possibilita que o doente realize uma forma de exercício adequada às suas capacidades e beneficie do aumento da qualidade de vida proporcionada pelo exercício. Ao focar-se na realização do exercício atinge um estado de concentração, relaxamento e consciência do corpo que propiciam o bem-estar físico e também a auto-estima e confiança em si mesmo. 
A prática do Pnf-Chi tem como principais benefícios: coordenar os padrões neurofisiológicos do movimento normal com o padrão respiratório, facilitar um aumento da amplitude articular, coordenação, força, resistência à fadiga, flexibilidade, equilíbrio e consciência corporal.

O que é o Pnf-Chi?

O Pnf-Chi é um exercício de baixo impacto que visa obter uma mobilização activa global, criado e desenvolvida de acordo com os padrões de movimento do corpo, coordenado com a respiração, baseada em alguns princípios do Tai-Chi e princípios neurofisiológicos do PNF (Proprioceptive Neuromuscular Facilitation). 

A Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (em português) é um método utilizado em fisioterapia que conta com a diminuição da resistência neural através de um estímulo proprioceptivo, quando um segundo movimento é mais facilmente realizado sobre uma resposta prévia, o que se traduz na facilitação da coordenação neuromuscular.

A principal característica da FNP é usar diagonais em diversos planos e envolver várias articulações simultaneamente, tal como o Tai-Chi.

O Tai-Chi é considerado uma medicina complementar semelhante ao exercício aeróbio. Compreende relaxamento, padrões respiratórios regulares e profundos e movimentos lentos.

Os movimentos do Pnf-Chi são realizados em sentido diagonal, de forma lenta, contínua e de modo a promover a adaptação progressiva das estruturas mio-fasciais e articulares e o aumento do tempo, volume e controlo respiratório. O padrão respiratório pode ainda ser combinado com movimentos para flexão ou para extensão, conforme a intenção seja de facilitação da contracção muscular ou de alongamento das estruturas mio-fasciais. Estes exercícios são orientados e adaptados a diferentes objectivos e às capacidades individuais de cada praticante, respeitando sempre o arranjo topográfico das estruturas corporais e as amplitudes articulares disponíveis. Os músculos agonistas permitem o movimento enquanto a co-contracção dos antagonistas oferece uma forma de resistência determinada exclusivamente pelo praticante.

A fisioterapia é um importante auxílio para a diminuição do linfedema, uma mais-valia no tratamento do doente, na melhoria da sua qualidade de vida, diminuindo as despesas pessoais, psicológicas, sociais e económicas. É necessária uma resposta eficaz que represente uma abordagem holística e especialmente pensada para o utente.

texto:
Cristina Alves
Fisioterapeuta

introdução: Manuela

O Linfedema foi abordado no contexto do Exercício Clínico em Oncologia





















A ANDLinfa|Associação Nacional de Doentes Linfáticos teve o privilégio de estar presente na Clínica das Conchas para assistir à acção de formação orientada pela Fta Sofia Jordão, sob o tema Exercício Clinico em Oncologia. Os exercicios no contexto de linfedema foram, como não podiam deixar de ser, também abordados.

Prof Fátima Ramalho - um verdadeiro apoio

Quem segue este blog sabe que o Nordic Walking | Caminhada Nórdica é aqui falado com carinho. O que talvez não saibam é que, esta semana, mais um passo foi dado com a publicação de um artigo na Sport Life...  "step by step" vamos começando a dar visibilidade a este exercício benéfico para os doentes de linfedema e lipedema.

página 81 da Sport Life nº 176, 2017
Se tiveram oportunidade de comprar a revista da Sport Life, deste trimestre, podem verificar que no final vêm "agradecimentos". Um dos apoios mencionados, sob este titulo, é endereçado à ANDLinfa|Associação Nacional de Doentes Linfáticos e, eventualmente, ao aperceberem-se desta referência terão um franzir de sobrancelha, que encerrá uma interrogação sobre o porquê


Vamos lá  agarrar nos bastões e perceber esta origem:

Tomei conhecimento do Nordic Walking no meu primeiro internamento na Alemanha, em 2013, não conhecia esta forma de caminhar e apercebi-me, pesquisando, que em Portugal também não estava divulgada. "Googlei" bastante para me informar e, sobretudo, para aferir uma hipótese, orientação técnica, em Portugal. Os resultados das várias pesquisas não levaram a qualquer conclusão, ou conduziram-me a falsas expectativas.

Desistir ainda não faz parte do meu vocabulário e, mais tarde, tive o privilégio de falar com o Senhor Luis, do Nordic Walking Fátima. A forma como o responsável do Nordic Walking Fátima falava da Caminhada Nórdica era motivadora, mas a nossa distância geográfica inviabilizou um projecto comum.

Ao andar com bastões por Lisboa, fazendo o percurso casa/trabalho/casa, não podia passar incógnita... os comentários eram imensos, fazendo-me abrandar  o ritmo para, conversando com quem "mandava a boca", explicar, de uma forma didáctica, que "não estava a nevar", "não andava de bengalas" e que, decerto, Lisboa apenas tinha colinas e não montanhas!!

Um belo dia a Aurora, uma colega de trabalho sempre bem disposta, atenciosa e muito prestável, alertou-me para um post no FB, onde alguém também caminhava com uns "pauzinhos" como os que eu usava!!  Perante este alerta não tive qualquer dúvida e de imediato agarrei no telefone. Este meu gesto determinado levou-me ao encontro de uma mulher incrível: a prof Fátima Ramalho.

Desde aquele momento a professora Fátima Ramalho, a quem os seus alunos tratam, num tom onde se sente muito carinho, simplesmente por "professora", tem ajudado os doente de linfedema e lipedema a encontrar respostas, na área do exercício.

Os trabalhos que temos feito em conjunto não vou aqui enumerá-los,  estes podem ser lidos no separador da Caminhada Nórdica.  No entanto, cabe aqui referir que foi através desta  professora que conheci a Escola Superior de Desporto de Rio Maior, os alunos que, tal como ela, dão bom nome àquela instituição, os Fisiologistas Rodrigo Ruivo e Rúben Francisco. E, ainda, é com ela que tenho o prazer de estar a trabalhar num projecto inédito no nosso pais na área do NW.  A propósito deste projecto, que me é querido, sinto que posso acrescentar aqui os nomes das Fisiatras Sandra Miguel, Fernanda Gabriel, do Fisioterapeuta Filipe Pereira, do Fisiologista Rúben Francisco porque creio que não me enganarei se disser que qualquer um de nós  reconhece o profissionalismo da Fisiologista Fátima Ramalho

Sport Life set|out|nov 2017, páginas 78 a 81

Treino de Força vs Estudos - Opinião do Fta Nuno Duarte

Fta Nuno Duarte
Sobre o último post aqui publicado a Fisiterapeuta Nuno Duarte escreveu:

"Penso que a divulgação de resultados de estudos que poderão ter uma influência direta na qualidade de vida de milhares de pessoas, deve ser feita de forma responsável, quero dizer, ponderada. Apenas para não ter o efeito contrário ao pretendido. Faço esta afirmação porque muitas pessoas poderão não ter o cuidado de ler o artigo na íntegra e outras poderão não ter a informação necessária para realizar uma leitura crítica do mesmo.
Este estudo (à semelhança de outros) tem demasiadas limitações, como o desenho do estudo, a dimensão da amostra, a falta de aleatorização na seleção dos participantes…o que leva a que tenhamos que ser muito prudentes na leitura dos resultados. 

De facto, os autores do estudo têm esse cuidado quando afirmam que o exercício físico (nos doentes oncológicos) não terá qualquer contraindicação quando devidamente prescrito e supervisionado. Na realidade, as guidelines internacionais para o exercício físico no doente oncológico, determinam que em determinadas condições o exercício deva ser supervisionado por um profissional de saúde com formação na área da oncologia. A prática de exercício físico no doente oncológico, à semelhança do que é proposto para a restante população, tem benefícios, contudo, deve-se ter em conta alguns fatores, como o tipo de cirurgia (caso seja aplicável), os efeitos das terapias oncológicas (radioterapia, quimioterapia, imunoterapia, hormonoterapia), a eventual presença de metástases, a existência de cateteres (periféricos e centrais) ... Caso não seja realizada essa ponderação, poderão existir alguns riscos.

Por esse motivo, é muito difícil generalizar, é muito arriscado passar a ideia de que não existem contraindicações. Cada sobrevivente de cancro, tem um historial próprio.

Voltando ao estudo, penso que é importante referir que a amostra foi constituída por um grupo de mulheres com cancro da mama (voluntárias), com um tempo médio de diagnóstico de 87 meses (aproximadamente 7 anos). A maioria das doentes não apresentava linfedema (apenas 3 tinham). Na verdade, esse grupo de doentes (a maioria das quais sem edema após 7 anos de diagnóstico) poderia ter um excelente capital linfático (ótima função linfática, vias de substituição linfática…), o que poderá explicar a capacidade de serem submetidas a grandes cargas sem qualquer tipo de consequência. Como o estudo não foi aleatorizado, poderemos sempre levantar essas questões"

Nuno Duarte
Fisioterapeuta no Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil


O estudo mencionado no post anterior encontra-se aqui 

Nuno Duarte -
Licenciatura em Fisioterapia; Mestrado em Gestão de Organizações de Saúde; Doutoramento em Saúde Pública na especialidade de Epidemiologia; Fisioterapeuta Coordenador do SMFR do IPOLFG; Docente convidado da Escola Superior de Saúde do Alcoitão na área da Terapia Linfática Descongestiva/Fisioterapia em Oncologia; Docente convidado da Faculdade de Medicina de Hannover no projecto “PoLyEurope Postgraduate Lymphology Training in Europe” entre 2008 e 2015; Membro da Sociedade Europeia de Linfologia

Treino de Força - Linfedema | Cancro

Fisiologista Rúben Francisco
Foi através da prof Fátima Ramalho, ESDRM|Escola Superior de Desporto de Rio Maior, que tive o privilégio de conhecer o Fisiologista Rúben Francisco. O apoio que este técnico do Desporto tem dado aos doentes com linfedema e lipedema tem sido muito atento, muito profissional e a troca de informação entre nós já é uma linguagem usual, cooperante. 

Esta manhã o Fisiologista Rúben Francisco direccionou-me para um post  do FB sob o título "Treino de força e cancro? Seguro? Recomendável?".  A determinado momento, nesse post,  podemos ler:

"...Um exemplo comum destes casos é a ocorrência de linfedema no contexto do cancro da mama. Num estudo recente (referência e link abaixo), Simonavice et al. (2017) conduziu um programa de treino de força de 6 meses envolvendo grandes grupos musculares em mulheres (64 ± 7 anos de idade) sobreviventes de cancro da mama. A circunferência do braço foi avaliada para medir o aumento hipotético do linfedema. Não só não houve agravamento do linfedema nem a ocorrência de quaisquer outros eventos adversos, como o programa de treino de força resultou em aumento da força muscular, função física e qualidade de vida. Isso está de acordo com outros relatórios que mostram que os sobreviventes de cancro de mama podem e devem integrar programas de treino de força com intensidades moderada a alta para melhorar a força muscular, massa magra e densidade mineral óssea."

O estudo que por eles é referido encontra-se aqui e o post é o que podem ter acesso abaixo

sugere-se ainda a leitura do post Treino de Força vs Estudos - a opinião do Fisioterapeuta Nuno Duarte




30 set 2017 - exercício físico vs linfedema secundário

Exercício  versus linfedema secundário é um dos subtemas irá ser aflorado pela Fisioterapeuta Sofia Jordão, durante uma acção de Formação que vai decorrer na Clínica das Conchas, no próximo dia 30 de Setembro.

O programa desta formação de 5h, que tem como tema principal Exercício Clínico em Oncologiapode ser consultado aqui.

fonte: site da Clínica das Conchas

Um projecto que já está a deixar saudades


Desde de fevereiro que um grupo de doentes de linfedema e lipedema têm como ponto de encontro a Clínica das Conchas. E, sob a orientação estimulante e atenta de Rúben Francisco, têm vindo a fazer as suas caminhadas de Nordic Walking, na Quinta das Conchas, e a ganhar gosto pelo exercício físico.  No entanto, o tempo corre sem dar tréguas e hoje iniciou-se o fim de um ciclo, começando a recolher os valores para a avaliação dos resultados do "Projeto Sai da Concha", um projecto que sendo da iniciativa da ANDLinfa só foi possível concretizar-se graças apoio dos voluntários que a ele se juntaram, quer a titulo individual quer como empresa ou instituição.

Hoje, entre os participantes, sentia-se um sentimento de perda por esta oportunidade que lhes foi facultada já estar a chegar ao fim e sobretudo a vontade de não deixar morrer o estimulo com que ficaram contaminados. Aguardemos pela leitura dos resultados e, quem sabe, por outras iniciativas na área.