a guerra com as meias de compressão

Já faz alguns anos que eu uso meias de compressão, digamos que elas fazem parte de mim e que sem elas o meu edema ainda fica muito mais visível e estruturado.
O meu último modelo tem uma nuance interessante, uma luva de pé, e eu, na brincadeira com os meus amigos, digo mesmo que é último grito da moda e que é muito sexy J
o meu último modelo é muito sexy
Mas o meu maior problema com as minhas meias não é o facto de elas serem um "modelito Channel", invejável por qualquer mulher de passerelle, o meu maior problema era mesmo a minha luta matinal - o relógio avançava e eu continuava a lutar para as calçar!!
Um belo dia sugeriram-me a calçadeira e eu, embora um pouco desconfiada, decidi experimentar. O resultado foi tão positivo que, ao encontrar este video, resolvi partilhar aqui.
A guerra com as minhas meias de compressão acabou, agora calço-as rapidamente e, logo-logo, elas ficam debaixo das calças, não vá alguém cobiçar e querer umas iguais J J J
Manuela

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Já comprei os meus Louboutin


A minha família é recheada de princesas, todas elas muito bonitas e elegantes. Uma das princesas  vai casar, todos estamos na azáfama dos últimos preparativos. Vai ser uma festa!


O  vestido foi a minha primeira preocupação e ontem  comprei os meus Louboutin J

Agora só me faltam as meias de seda e logo-logo tudo fica pronto para o dia 9, sim é de hoje a um mês, estejam atentos às revistas de jet set

Manuela
P.S.: A parte da princesas bonitas é absolutamente real... ...quanto ao resto... ... é evidente que estou a brincar JJJ!


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caso raro mas não único

No passado dia 21 de março, o "todaytonight" noticiou o desespero de uma mãe que, em onze meses, viu crescer o escroto do seu filho até ao tamanho de uma melancia.
Tratando-se de um assunto tão intimo, esta mãe sentiu-se encorajada a divulgar os seus esforços para encontrar uma solução para o seu filho, de 24 anos, porque a partilha de Wesley Warren Jr., fez com que se apercebesse que havia uma esperança e que o caso deste jovem, sendo raro, não é único.

Toda a reportagem aqui

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Manuela

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a história de Luke, no outro lado do mundo!

Todos sabemos que o linfedema ainda não é uma doença muito conhecida, que não está ainda estudada em profundidade e que a cura ainda não foi descoberta.
Quem sofre de linfedema sabe, também, que tem de ter no seu orçamento uma percentagem significativa dedicada às necessidades da sua doença. Os materiais de compressão, por exemplo,  são indispensáveis para cada um de nós, evitando que a doença evolua, que o edema se instale e que as infecções apareçam. Mas, para que os materiais de compressão mantenham a sua eficácia têm de ser substituídos com regularidade (o video que retrata a história que hoje aqui trago refere, no exemplo do seu protagonista, que estas substituições têm de ocorrer em cada 3 ou 4 meses)... ...
A Austrália, um país que me parece bastante organizado, no que concerne a esta patologia, sente que há muito para fazer e vai desenvolvendo esforços para tornar a doença conhecia, para apoiar a investigação e para encontrar apoios para os seus doentes. A história do australiano Luke Smythe, uma das 6000 crianças que nascem anualmente com linfedema, é um exemplo desse esforço.
No vídeo que aqui se inclui, pode-se sentir a forma como o linfedema está a ser encarado pelos nossos antípodas. E, dos vários aspetos que ali são focados, destaco o enquadramento dado pela Dra Helen Mackie, da Australasian Lymphology Association, e o depoimento de Peter Smythe, pai do Luke.





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